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Aprender línguas no estrangeiro durante o covid-19

Aprender

É possível aprender línguas no estrangeiro durante a pandemia? Os nossos alunos respondem, através dos seus testemunhos, a esta questão.

Na EF temos o compromisso de te levar o mundo através da educação, e de nunca fazer parar a aprendizagem. Durante estes tempos atribulados, temos várias medidas de segurança em vigor. Desta forma conseguimos manter os nossos campus abertos pelo mundo inteiro.

Graças ao nosso staff maravilhoso e à nossa comunidade, os nossos estudantes continuaram a viver a língua nos seus destinos de sonho. Assim, continuaram a criar laços com estudantes de outros países. Conseguiram continuar a praticar a língua com os habitantes locais, e a explorar o melhor que o seu destino tem para oferecer.

Podes ver aqui alguns excertos de histórias dos nossos alunos. Todos eles viajaram durante o covid-19. Desde Malta e Roma, até San Diego e Honolulu. Surpreendentemente, todos estiveram a aprender línguas no estrangeiro durante estes tempos conturbados.

Sofia, da Eslováquia – EF Malta

aprender línguas no estrangeiro

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“Apesar de ter um nível de inglês avançado, escolhi ir estudar para St Julian’s, em Malta. Fiz isso para conhecer pessoas de todas as partes do mundo, e aproveitar o verão com pessoas da minha idade.

Fui uma das primeiras pessoas a chegar a Malta, quando começaram as restrições mais severas. Por conseguinte, éramos obrigados a usar máscara, desinfectante, e manter a distância de segurança. Mas depois de algum tempo habituámo-nos. Similarmente, todos tinham que ter um teste de covid negativo à chegada. Isso deixou-me segura, uma vez que todos estariam de boa saúde. Como estávamos todos juntos nesta aventura, tentávamos ajudar-nos uns aos outros.

A vida dos alunos era fantástica. Apesar de haver um número limitado de pessoas em cada sala de aula, tive a sorte de ficar numa turma fenomenal. Criámos uma ligação rapidamente, e assim se gerou um ambiente muito bom.

É extremamente difícil escolher uma das melhores memórias. A viagem inteira foi uma das minhas preferidas. No entanto, se tivesse que escolher uma, escolheria o dia de praia na Blue Lagoon. O nosso grupo foi numa visita organizada pela EF, e foi um espectáculo. Nadámos naquelas águas cristalinas, fomos à gruta subaquática… Saltámos de uma falésia e ainda bebemos uma bebida refrescante dentro de um ananás”.

Afonso, da Suiça – EF Malta

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“Inicialmente tinha reservado o meu curso para Santa Barbara. Infelizmente não pude ir, devido às restrições de entrada nos E.U.A.. A EF contactou-me quando se confirmou que não poderia entrar nos E.U.A.. Posteriormente informaram-me das várias opções, e eu escolhi Malta. A EF organizou tudo e não tive que me preocupar com as alterações.

A minha estadia foi simplesmente fantástica! Nunca tinha imaginado que seria tão fixe. Desde as lindas praias de Malta, até às aulas onde aprendi imensas coisas, foi tudo óptimo. Certamente nunca esquecerei Malta e tudo o que vivi lá.

Não havia muitas restrições. Tínhamos que usar máscara em todo o lado, excepto na rua. E mediam-nos a temperatura antes das aulas começarem, embora isso não me incomode. Havia sempre desinfectante em todo o lado. Já sabíamos como proceder. Apesar das restrições, conseguimos divertir-nos imenso.

É muito difícil escolher um momento preferido, vi tanta coisa bonita… O meu top três seria a viagem a Comino/Blue Lagoon. Nunca vi uma praia tão bonita. A água é azul clarinho, cristalina, e tem a temperatura perfeita. Depois, seria os bons momentos que passei com a minha família de acolhimento. Às vezes fazíamos jogos à noite com o intuito de nos conhecermos melhor. Por último: os amigos para a vida que fiz em Malta. Em suma, tive o privilégio de conhecer e estar com pessoas dos quatro cantos do mundo. Fiz muitos amigos para a vida”.

Alexandra, da Eslováquia – EF Roma

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“Fiz o meu curso da EF em Roma, Itália, em Setembro de 2020. Sempre quis aprender italiano. Certamente vou continuar porque gosto da língua.

As coisas mudaram um pouco com as restrições do covid-19. Ainda assim, não foram mudanças tão drásticas como pensei inicialmente. Obviamente, há algumas situações desafiantes, como aprender uma língua nova com uma máscara. Ou manter sempre um metro de distância dos colegas. Mas, acima de tudo, é possível. E eu percebo que todas estas medidas são para proteger os alunos e os professores.

As festas não eram permitidas por razões óbvias. Um jantar em que se podiam sentar no máximo duas pessoas por mesa era excepção. É mais um encontro rápido do que uma festa. Com todas as medidas em vigor, foi mais difícil fazer amigos, mas lá consegui. Conheci pessoas muito interessantes e simpáticas durante os intervalos e horas de almoço.

O melhor momento da minha experiência foi aperceber-me dos progressos que estava a fazer na língua. Já conseguia expressar-me e compreender”.

Maxime, da Holanda – EF San Diego e EF Honolulu

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“Eu tinha a certeza que queria sair da Holanda para aprender inglês. Acho que é uma língua muito bonita, além de uma das mais faladas do mundo.

O que me chamou mais a atenção em San Diego foi o campus. É um dos maiores e mais novos campus da EF, tem imensas coisas. Gostei particularmente da piscina e do campo de voleibol, e tinha sempre acesso a eles. Além disso, San Diego é uma das cidades mais seguras da América.

Depois, escolhi Honolulu principalmente porque me apaixonei pelas imagens que vi no Instagram e no Pinterest.

É obrigatório usar máscara em espaços fechados na Califórnia. O mesmo se aplica em zonas com muita gente. Deves conseguir manter aproximadamente dois metros de distância. Na minha opinião, acho muito bem. As medidas fazem com que nos sintamos seguros. Embora seja muito difícil manter a distância aqui, e é precisamente por isso que acho muito bem que todos usem máscara.

Uma das minhas melhores memórias do curso foi o último fim-de-semana. Fizemos uma viagem a Borrego Springs, um deserto que fica a cerca de duas horas de carro do campus. Fomos a viagem toda a ouvir musicas em inglês, alemão e holandês. Pelo caminho, parámos para tirar algumas fotografias, e quando chegámos ao deserto estavam 42ºC! Mesmo assim, apesar do calor, fomos dar um pequeno passeio. Depois de vinte minutos de caminhada, voltámos para trás porque estava a ser difícil para alguns. Posteriormente, no regresso ao campus, metade do grupo foi a dormir. Assim, foi um regresso tranquilo e silencioso. Por fim, para acabar o dia, fomos às Sunset Cliffs ver o pôr-do-sol. Foi um dia super divertido!”

Camilla, da Suécia – EF Munique

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“Decidi ir para o estrangeiro com a EF porque precisava de uma mudança na minha vida. A pandemia apareceu ao mesmo tempo que tomei a minha decisão. Viagens muito longas e de mochila às costas já não eram viáveis. Tive a ideia de ir para a Alemanha, ressuscitar o alemão que aprendi na escola.

Estudar no estrangeiro durante uma pandemia não foi, certamente, uma escolha fácil. Mas tive muita ajuda da EF, que me manteve constantemente actualizada relativamente à situação actual. Embora o caminho para aqui chegar não tenha sido o mais típico ou usual, hoje estou muito contente por aqui estar!

É difícil dizer se o ensino foi influenciado pelo covid-19, uma vez que não sei como era antes. Mas não acho que tenha sido muito afectado. Claro que temos que usar uma máscara quando andamos pelos corredores. No entanto, assim que nos sentamos nas salas de aula (com as devidas distâncias de segurança), podemos tirar as máscaras. Além disso há desinfectante por todo o lado. E todas as manhãs, quando chegamos à escola temos que medir a temperatura. Acho que nos faz sentir seguros.

Tal como na Suécia, a maioria das coisas estão abertas. Mas com maior distanciamento, e, às vezes, a obrigatoriedade de usar máscara. Vamos a cervejarias ao ar livre, passeamos nos parques e vamos comer a restaurantes. De vez em quando fazemos mais “coisas turísticas”, como visitar museus ou fazer excursões. O que é muito bom em Munique é a sua localização: está mesmo no centro da Europa. Podes apanhar um comboio de uma hora e ir até aos Alpes fazer um trilho. Se tiveres mais tempo podes ir até à Áustria, Itália e a vários outros países. Há tanta coisa para descobrir!

Eu diria que a melhor coisa de estudar fora com a EF é principalmente conhecer tanta gente nova, e as culturas diferentes de cada um!”